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Correcção: vamos lá ver se eu ainda tenho pedalada para estas coisas…!

Prometo não defraudar expectativas aí desse lado, pelo menos. Sim, espantem-se: já existiram tempos em que não passava um dia sem andar de bicicleta. Dias que, apesar de parecerem muito distantes, na realidade, não foram assim há tanto tempo! Talvez seja antes um tempo diferente do de agora… em que tudo era vivido na rua, com amigos e conhecidos. Onde se perdia a noção das horas e as brincadeiras só terminavam quando a Mãe ou o Pai de algum de nós gritava da janela algo como: “o jantar está na mesa, vem já para casa!”. Bons tempos! Sem dúvida alguma.

Entre todas as brincadeiras, havia uma que era a predilecta – ora não fosse aquela que nos dava mais liberdade, literalmente – andar de bicicleta. E olhem que era uma liberdade concreta, real… muito física! Sem ninguém saber, lá planeávamos nós percursos onde o coração palpitava de forma proporcional à distância escolhida: quanto mais longe fossemos, mais desafiante seria. Lembro-me da sensação e de tudo isto ser o ponto alto dos meus dias de miúdo. Claro que, ver quem chegava primeiro, era o objectivo! Sempre contagiados, de forma eufórica, pelo que víamos na televisão. E havia uma altura do ano em que, lá em casa, era tradição assistir a corridas de ciclismo, dando sempre o merecido destaque às diversas etapas da Volta a Portugal em bicicleta.

Posso-vos dizer que, há uns dias, muito por culpa da Cachaça 51, realizei uma espécie de sonho: acompanhar bem de perto o tiro que marca o início desta volta. Eu não vos disse que ia ser um Verão incrível? Ora vejam bem o vídeo! 😛