A morte do actor Chadwick Boseman tem impressionado e emocionado tudo e todos. Com apenas 43 anos, o rei “T’Challa” do grande blockbuster da Marvel “Black Panther”, foi o momento mais marcante da sua carreira – podendo mesmo dizer-se que a sua influência transbordou para fora do ecrã. Neste momento triste, até um record muito significativo já foi batido!

É muito triste quando um super-herói desaparece. Ainda para mais um tão novo e com tanto para dar ainda à sua arte e, por consequência, a todos nós. Um cancro de cólon, diagnosticado há quatro anos, tirou a vida a Chadwick Boseman que, segundo a família, se despediu deste mundo em casa, junto dos seus.

A HISTÓRIA FICARÁ

Créditos: cnet.com

“Black Panther” vai ficar marcado para sempre na história como o primeiro filme da Marvel com um super-herói negro. E, acrescentamos nós, um super-herói diferente de todos os outros da marca: com uma narrativa que tem uma ligação muito diferente com a realidade face às que têm outros como o Super-Man ou o Spider-Man, por exemplo. Se não viram, tratem disso o mais rápido possível – e não se deixem enganar pela classificação no IMDB: 7,3 não é mesmo suficiente para classificar este filme, na nossa opinião.

Chadwick Boseman fica intrinsecamente ligado ao enorme sucesso mundial que o filme alcançou, tendo uma prestação muito sólida e que superou as expectativas enormes que havia em torno deste super-herói “diferente”. Com um budget de produção de cerca de 200 milhões de dólares – valor esse que, curiosamente, foi precisamente a receita do fim-de-semana de estreia do filme nos Estados Unidos – teve um retorno de bilheteira mundial de mais de 1,3 mil milhões de dólares. Também a crítica aclamou o filme, com a maior das honras a ser as 7 nomeações para Oscar, que resultaram em 3 estatuetas douradas atribuídas – melhor banda sonora original; melhor guarda-roupa e melhor cenografia.

HOMENAGENS ESPECIAIS E UM RECORD SIGNIFICATIVO…

Por tudo o que Chadwick Boseman e “Black Panther” significam para os amantes do cinema, mais especificamente da Marvel, e para todos os que lutam contra o racismo, todas as homenagens que temos visto são mais do que justas. Lewis Hamilton é uma das celebridades mais interventivas nesta luta tão importante e quer ontem após a conquista da pole position, quer hoje logo após o triunfo no GP da Bélgica, colocou-se em cima do seu monolugar e dedicou a vitória a Chadwick, com um gesto que significa muito:

Ainda durante o dia de ontem, foi o próprio Twitter a confirmar o quebrar de um record significativo: o tweet de despedida da conta de Boseman foi o tweet mais “gostado” de sempre. Conta neste momento já com mais de 6,9 milhões de likes e mais de 3 milhões de comentários e retweets.


RIP King T’Challa.