Foi apresentado ontem pela Apple o novo iPhone. Vai materializar-se em quatro versões distintas e apresenta, como seria esperado, mudanças ao nível do design, para além das habituais inovações nas funcionalidades. A expectativa está alta mas há um detalhe a gerar muito buzz nas redes sociais: estes novos iPhones serão vendidos pela primeira vez numa caixa mais pequena, na qual não estão incluídos os headphones nem a habitual peça de carregador de tomada…!

IPHONE 12, MINI, PRO E MAX

São estes os nomes dos quatro novos produtos da Apple associados ao lançamento do iPhone 12. A grande novidade acaba por ser mesmo a confirmação da utilização da tecnologia 5G, que segundo a marca trará “uma poderosa experiência” associada a tecnologias avançadas que “elevam a fasquia da inovação para todos aqueles que querem retirar o máximo” do seu iPhone.

De entre as novas funcionalidades anunciadas, destacamos sobretudo o novo ecrã Super Retina XDR – que no fundo é um ecrã OLED que trará cores mais vivas, melhor contraste e maior definição face aos anteriores ecrãs que se baseavam na tecnologia LCD. Mas também são novidades importantes o upgrade do processador para o A14 Bionic (o mais rápido alguma vez criado pela marca) e o novo vidro, que a Apple chama de “Ceramic Shield”, por ter imbutidos no vidro cristais de cerâmica que ajudam a quadruplicar a resistência ao choque!

Quanto ao tamanho, o iPhone 12 será 11% mais fino, 15% menor e 16% mais leve que o antecessor. As outras três versões – Mini, Pro e Max – terão tamanhos diferentes, tornando este novo iPhone no mais versátil de sempre.

Os preços vão dos 829 aos 1529 euros.

UMA SURPRESA AGRIDOCE

É incrível como “o” tema do momento acaba mesmo por ser a novidade avançada pela Apple, que comunicou também ontem que os novos iPhones não trarão a habitual peça para carregar o telemóvel na tomada nem o também usual set de headphones brancos. Segundo a marca, esta atitude terá um impacto positivo muito significativo na pegada carbónica produzida para criar o produto, resultando numa redução de “mais de 2 milhões de toneladas métricas de emissões de carbono anualmente; o equivalente à remoção de quase 450.000 carros da estrada por ano(…)”.

De facto parece que nos estão a tirar alguma coisa. Esperemos é que seja de facto para devolver ao planeta!