O novo filme de Aaron Sorkin estreia hoje e relata a famosa história do julgamento de 7 pessoas responsáveis por protestos supostamente “violentos” contra a guerra do Vietname, em Chicago. Mas também é o filme que junta no grande ecrã Eddie Redmayne, Sacha Baron Cohen (sim, o Borat!!), Joseph Gordon-Levitt e Michael Keaton, entre outros. Com o fim-de-semana à porta, não havia forma de evitarmos falar nele…!

Há uns dias espreitámos o trailer deste filme e marcámos na agenda: dia 16 temos de escrever sobre ele. Depois do enorme sucesso de “When They See Us”, a Netflix volta a apostar numa história verídica em torno de um julgamento mediático que abanou o Estados Unidos da América e que foi observado com a máxima atenção por todo o mundo ocidental.

O filme é escrito e realizado por Aaron Sorkin, que entre muitas obras, trabalhou também o argumento cinematográfico de “The Social Network” e “Steve Jobs” -- duas outras histórias verídicas bem acolhidas pela crítica e pelo público. Pelo histórico, parece o homem certo para retratar esta história sobre um grupo de protestantes que acaba por ser julgado por protestos supostamente “violentos” contra a guerra do Vietname, em Agosto de 1968. E pelo que ouvimos de quem já teve oportunidade de ver o filme, esteve à altura do desafio!

PESOS PESADOS NA DEFESA E NA ACUSAÇÃO

Para além da história, que por si só já nos convenceu a ver o filme, temos obrigatoriamente de destacar o elenco de luxo que a produção conseguiu juntar. Desde a acusação à defesa, passando pelas testemunhas e pelo juiz, muitos dos personagens são interpretados por actores que já nos habituamos a ver em grandes filmes e que têm provas dadas – desde Eddie Redmayne a Joseph Gordon-Levitt e Michael Keaton. A grande surpresa acaba por ser Sacha Baron Cohen que surge aqui num papel mais sério e com um grau de dificuldade diferente face aos filmes de comédia pelos quais é mais reconhecido.

Numa altura em que nos é pedido que voltemos a ter mais cuidado e menos contacto no exterior… parece-nos que este filme é o ideal para um fim-de-semana que se antevê que seja “cheio de sofá”. É a nossa proposta de plano e seremos nós os primeiros a cumpri-lo!