Créditos: The Washington Post

Joe Biden será muito em breve confirmado como o Presidente eleito pelos norte-americanos para os próximos quatro anos. Esta é uma notícia que marca o dia e que marcará, esperamos todos nós, o futuro próximo de um país tão importante na dinamização da sociedade em que vivemos e na forma como percepcionamos conceitos como a cultura e a humanidade. Por fim, há esperança!

O Pela Fechadura nunca foi, nem será, um magazine com intenção ou inclinação política. Mas é e será sempre um espaço livre para o pensamento crítico. Hoje emocionamo-nos com esta notícia não porque dizemos adeus a um presidente de cariz (muito) duvidoso, mas sim porque se reestabelece a esperança que temos em poder viver numa sociedade livre e de respeito máximo pelo outro – independentemente de todos os factores que nos diferenciam física, politica ou religiosamente.

Por muito que a tomada de posse de Joe Biden só venha a acontecer, provavelmente, durante o mês de Janeiro, a sua chegada significa que voltaremos a ter ao comando de uma das nações mais poderosas do mundo – e que influencia directamente a forma como vivemos no continente Europeu – um presidente que reconhece a importância vital de proteger o Planeta das ameaças que tantos anos de excessos provocaram; que quando olha nos olhos de alguém não vê cores de pele ou nacionalidades e que, pelo que foi possível observar nos últimos dias, tem um tremendo respeito pela Democracia.

Esta eleição marca ainda um momento de importancia maior na história do país e do mundo: Kamala Harris torna-se, assim, na primeira mulher (orgulhosamente negra) a ser vice-presidente dos Estados Unidos da América.

É impossível saber já como vai correr este mandato. Mas estamos felizes por saber que o discurso de ódio permanente vai deixar de estar associado directamente à bandeira dos Estados Unidos da América. Bandeira essa que tem a mensagem mais importante de todas:

E pluribus unum (de todos, um)