Começa a ser um hábito ver o nome de Filipe Albuquerque associado a grandes conquistas no panorama do automobilismo. Desta vez venceu uma das provas mais icónicas do desporto motorizado norte-americano e mundial: as 24 horas de Daytona, no estado da Flórida, nos Estamos Unidos da América. Com esta vitória, para além do prestígio e do prémio financeiro, o piloto português traz para casa um outro prémio que invejamos ainda mais…!

Esta foi a oitava participação e a segunda vitória (a primeira havia sido em 2018) de Filipe Albuquerque nesta prova. Apesar de alguns percalços durante mais uma “maratona”, que disputou em conjunto com os pilotos Ricky Taylor, Alexander Rossi e Hélio Castroneves, o Acura com o número 10 e com a imagem da Konica Minolta acabou mesmo por cruzar a meta em primeiro lugar, mesmo tendo partido da quinta posição da grelha.

No final, a festa entre os pilotos e os restantes membros da equipa Wayne Taylor Racing fez-se sentir – ainda que respeitando todas as medidas básicas de distanciamento social – e Filipe Albuquerque acabou por receber, para além do prémio monetário, mais um prémio com enorme valor numerário mas também, e sobretudo, sentimental: uma edição especial do cronógrafo da Rolex que desde 1963 se chama precisamente “Daytona”, e que podem ver no vídeo abaixo.

Este exemplar de um dos mais procurados (e difíceis de comprar…) modelos da marca suíça, feito numa combinação de aço e ouro, é já o terceiro que é ganho pelo piloto português em Daytona. Uma colecção de relógios que neste momento já valerá certamente mais de cem mil euros.

Créditos: Espiral do Tempo