Créditos: Ben Liedenberg/The Associated Press

Tom Brady e The Weeknd foram os dois melhores em campo na mais recente final do Superbowl, na noite passada. Brady levou os Tampa Bay Buccaneers à vitória quase duas décadas depois do título anterior mais recente e The Weeknd deu um espectáculo memorável no mais apetecível de todos os intervalos. Podem espreitar tudo, aqui!

MVP e G.O.A.T

Já não há palavras para descrever Tom Brady. Aos 43 anos, e na primeira época após a sua saída dos New England Patriots, levou ao colo os Tampa Bay Buccaneers  que, assim, venceram a final do Superbowl 17 anos depois da última vez. O expressivo resultado de 31-9 demonstra bem o quão superiores foram os Bucs.

O registo de Tom Brady na modalidade é tão impressionante que é impossível não olhar para ele só como o melhor quarter-back (distribuidor de jogo) de sempre mas também como o melhor jogador de sempre da NFL. A vitória da noite passada, a jogar precisamente em casa, em Tampa, significa o 7º título de Superbowl conquistado por ele ao longo da carreira – fazendo com que, neste momento, tenha mais títulos conquistados do que qualquer um dos clubes que disputa a prova.

O INTERVALO DOS INTERVALOS

Se pode ser discutível que este jogo seja o mais importante de todos os que acontecem anualmente, o que ninguém discordará é que é de longe o mais espectacular. E, claro, muito pelo que acontece precisamente no intervalo.

Desta vez The Weeknd foi o artista escolhido para actuar e fê-lo com todo o brilho esperado: apareceu inicialmente dentro de um carro, num cenário gravado, para depois surgir em carne e osso, de repente, numa bancada muito especial repleta de dançarinos – que se partiu ao meio para que ele pudesse entrar em cena.

O concerto, que teve o patrocínio da Pepsi, durou 14 minutos e envolveu, para além das músicas mais emblemáticas do próprio artista, muita coreografia (inclusive no relvado) e, claro, fogo de artifício.

Uma noite brilhante para Tom Brady,  The Weeknd e para os cerca de 20 mil espectadores que assistiram ao vivo no estádio – sendo que praticamente metade deles eram médicos, enfermeiros e assistentes já vacinados contra a COVID-19. Uma noite daquelas com as quais todos sonhamos neste momento: de festa.