Créditos: Autosport.pt

É a modalidade rainha dos desportos motorizados e tem em si uma aura especial. Começou em 1946 e cresceu até ao ponto em que está nos dias de hoje: é um monstro de competitivade, mediatismo, inovação e… dinheiro! Com o arranque da temporada já no próximo fim-de-semana, exploramos os cinco principais motivos para não a poderem perder!

A relevância da Fórmula 1 mede-se em todos os indicadores que podemos observar: pelo investimento e retorno financeiro, quer das marcas quer das organizações dos países, pela quantidade de adeptos que assistem às corridas nos circuitos e em casa e, hoje em dia, também pelo tráfego web que gera. E pegando neste último indicador, muito claro, podemos perceber que a modalidade tem, só na plataforma Google, mais de 800 milhões de resultados quando pesquisamos pelo seu nome – sendo que tem mais do que a principal prova do motociclismo, o MotoGP (que conta com cerca de 300 milhões), do que a marca “Tesla” (367 milhões) ou até do que a palavra “Futebol” (cerca de 170 milhões).

Tudo isto para dizer que, na verdade, não é preciso evidenciar o óbvio, e por isso a relevância da modalidade não é um dos motivos para não poderem perdê-la. No entanto… não queremos deixar de enaltecer três motivos específicos que fazem com que esta temporada seja imperdível!

ATÉ QUANDO DURA O REINADO DE HAMILTON?

Já ultrapassou o record de Michael Schumacher e é o piloto com mais pole positions e vitórias em grandes prémios da história. Mas… até quando durará o seu domínio total? Dentro da equipa tem um dos seus maiores rivais na conquista pelo título, sedento de poder finalmente vencer um campeonato depois de tantos anos na sombra – Valteri Bottas – e na Red Bull, Max Verstappen parece estar a chegar ao ponto em que ninguém o parará. Será esta época que termina o reinado de Lewis?

RED BULL, MCLAREN E ASTON MARTIN: TRÊS EQUIPAS PARA UM LUGAR

Esquecendo as classificações individuais dos pilotos, parece relativamente claro que a Mercedes está melhor posicionada que as restantes marcas para vencer o mundial de construtores. Mas será que o consegue com uma concorrência tão forte? E entre Red Bull (com o reforço Sergio Perez), McLaren (com Ricciardo que veio da Renault e o prodígio Lando Norris) e a Aston Martin (com o peso pesado Sebastian Vettel), quem conseguirá desafiar os alemães?

O ENIGMA FERRARI

As últimas épocas têm sido decepcionantes – até porque, para a Ferrari e os seus aficionados, tudo o que não for a vitória é uma desilusão. Mas mais do que não conseguirem superar o domínio total da Mercedes, a época passada marca a Ferrari de uma forma muitíssimo dura, ao nível da humilhação: inúmeros acidentes desproporcionados, uma rivalidade pouco saudável entre os dois pilotos e, claro, o facto de não terem vencido nem um Grand Prix. Será este o ano da retoma dos italianos, agora com Carlos Sainz Jr no lugar de Vettel?

Não vamos saber tudo já. Mas a festa vai começar, e é já no próximo fim-de-semana, no GP do Bahrein.