VESTIR-ME PARA CASAR? SIM!

Estava longe de pensar que iria vestir este fato tão cedo. Mas a verdade é que, como diz o ditado, “há sempre uma primeira vez”… duas, ou três! Vá. A verdade – e assumo – é que ainda há uns tempos me vesti para casar, na Revista Cristina Casamentos. Agora que aconteceu novamente e recebi as primeiras fotografias está na altura de partilhar convosco. A criação é do Gio Rodrigues e por mim o look irreverente está aprovado. Vamos espreitar o que andámos a tramar?! 😉

Comecemos pelo princípio: este foi um daqueles desafios que quando recebo penso durante 3 ou 4 minutos e logo de seguida decido com o instinto. Não é nada óbvio nem é algo que eu tenha procurado. Mas por outro lado significa uma oportunidade de me colocar fora da minha zona de conforto e para quem trabalha em entretenimento como eu isso é sempre uma excelente forma de aprender e evoluir! Neste caso o Gio Rodrigues, designer com mais de 20 anos de carreira (apesar de ser bastante novo!), e que eu sigo há já alguns anos e de quem gosto bastante, lançou-me o convite. Sempre achei o trabalho dele especial quer estejamos a falar de vestidos arrojados ou de sapatos completamente personalizados à medida do pé e da preferência de cada um. E precisamente por me identificar com as suas criações… o meu instinto disse-me para aceitar o desafio 🙂

Este trabalho, que foi publicado na VIP Casamentos, pareceu na verdade… tudo menos trabalho! O grupo com quem estive a fotografar era excelente e tornou tudo mais fácil e divertido.

Quanto ao que vesti, o que digo é que quando casar (sim, está nos planos…ok? ;)) vou querer algo assim. Irreverente sobretudo nos cortes mas preservando alguma sobriedade nas cores e… bom gosto claro! E posso dizer-vos que senti exactamente o mesmo em relação ao que vestiram os outros modelos. Quando vi o resultado final desta VIP Casamentos não consegui encontrar uma única peça de que não gostasse.

Se estão a pensar casar e querem um vestido ou fato memorável e verdadeiramente único, pensado para vocês, lembrem-se deste texto e do Gio, claro. Porque a roupa, apesar de o ser, nunca é só tecido. É também uma fonte de memórias 🙂

JM.